Astróloga revela as previsões dos signos para 2026
Será um ano de ação, reestruturação e transformações profundas, segundo Tatiana Grimberg
O ano de 2026 chega com uma das combinações astrológicas mais significativas da década, apontando para um ciclo de movimento, coragem e profundas transformações estruturais — tanto individuais quanto coletivas. A avaliação é da astróloga Tatiana Grimberg, profissional com décadas de atuação e experiência em rádio, TV e eventos, que descreve o período como “um ano de ação”, movido por uma conjunção rara entre Netuno e Saturno no signo de Áries, prevista para o fim de fevereiro. “É o ano de pegar os seus sonhos e concretizar, mas a partir das suas atitudes. Se você não fizer nada, nada vai acontecer”, afirma.
Além de Áries, a astróloga destaca que Gemeos, Leão, Touro, Virgem, Aquário, Câncer, Escorpião e Peixes também serão diretamente impactados por essa configuração.
“Essa conjunção combina a energia simbólica dos sonhos e da intuição (Netuno) à força da estrutura, da disciplina e da concretização (Saturno), ativada pelo impulso e pela coragem ariana”, diz. Para ela, esse encontro cósmico funciona como um chamado para sair da zona de conforto, tomar decisões e estruturar mudanças significativas. “Áries pode aproveitar para transformar impulsividade em coragem. É um momento muito bom para todo mundo”, reforça.

Outros movimentos planetários fortalecem o caráter disruptivo do ano. “Em abril, Urano, planeta associado à inovação e à revolução tecnológica, ingressa definitivamente em Gêmeos, signo ligado à comunicação. A previsão é de rápida aceleração em temas como tecnologia, pesquisas científicas e formação de novos grupos sociais e comunitários”. Tatiana, contudo, alerta para o risco de sobrecarga mental: “O geminiano já faz mil coisas ao mesmo tempo. Com Urano, que é eletricidade, pode haver burnout, ansiedade ou excesso de pensamentos.” Esse trânsito planetário marca uma fase de grandes descobertas e reconfigurações no mundo.
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O ano também será marcado pela atuação de Júpiter, “planeta da expansão e da sorte, que permanece em Câncer até o meio do ano, favorecendo temas ligados ao autocuidado, família e amor-próprio”, diz Tatiana.
Depois, avança para Leão, estimulando criatividade, artes, expressão pessoal e generosidade. “É um ótimo momento para colocar nossa criatividade para fora, seja no teatro, na música ou em qualquer expressão artística. Leão também pede generosidade, algo de que o mundo está precisando”, observa.
Se por um lado 2026 traz oportunidades de expansão, por outro exige atenção emocional. Os três Mercúrios retrógrados do ano acontecerão em signos de água — Peixes, Câncer e Escorpião — o que aprofunda o convite para revisar sentimentos, intenções e comunicações guiadas pelo coração.
“O Mercúrio retrógrado na água diz: pare, pense. Você está falando a partir da alma? É alinhar coração e cabeça; e isso nunca é fácil”, explica a astróloga. Para pessoas com forte influência de água no mapa, o período pode trazer certa confusão, mas também revelações emocionais e espirituais importantes.
Os quatro eclipses do ano incidem sobre os eixos Aquário–Leão e Virgem–Peixes, reforçando debates internos e coletivos sobre razão versus emoção, individualidade versus humanidade. Será um período para questionar qual é o papel de cada pessoa no mundo: “O que a gente pode fazer para um mundo melhor? Qual a nossa identidade no mundo? O ano pede esse tipo de reflexão”, afirma.
Nem tudo, porém, será leve. Tatiana prevê desafios: “Marte, que é um planeta de guerra, estará ‘mal-aspectado’, aumentando tensões globais. Ainda vai ter muitas guerras, terremotos, tsunamis, acidentes coletivos. Não vai ter como fugir. É uma energia difícil do ano”, reconhece. Ela também menciona a forte polarização política — no Brasil, exacerbada pelas eleições e pela Copa do Mundo — e alerta para possíveis conflitos sociais intensificados pelo trânsito de Urano em Gêmeos, que favorece o surgimento de grupos muito segmentados e com pouco diálogo entre si.
Mesmo diante de desafios, Tatiana sustenta que 2026 será um ano de grande potencial transformador, especialmente para Áries, Gêmeos e signos de água, desde que saibam usar as oportunidades de forma consciente. “O que está no céu não é fatalista. É uma energia favorável para usar, mas cada pessoa é que tem o livre-arbítrio para fazer ou não. Os signos de água, por exemplo, podem colocar para fora as emoções e evitar cair em depressão por guardar tudo. Áries e Gêmeos têm chances importantes de crescimento, de aproveitar a energia para agir”, ressalta.
No âmbito pessoal, o autoconhecimento será essencial. Para quem nunca fez um mapa astral, qualquer época é indicada; já aqueles que desejam renová-lo, ela afirma que devem fazê-lo próximo ao aniversário. “Então quem já fez o mapa e quer renovar todos os anos, a melhor época é perto do aniversário. Pode ser antes, durante ou depois. Contanto que já saiba a cidade que vai passar o aniversário. Porque a cidade que vai passar o aniversário influencia em todo o nosso ano”, indica.
A posição geográfica altera a Revolução Solar e influencia o ano inteiro: “O mapa astral é feito a partir da data, da hora e da cidade de nascimento. Caso você tivesse nascido em Lisboa, por exemplo, ao invés de Juiz de Fora, seu mapa seria outro. O mapa é um retrato do céu na hora que a gente nasce e essa foto é tirada a partir de onde nós estamos. É a mesma coisa no aniversário. Se no seu aniversário você está em Lisboa ou no Rio de Janeiro, o céu é outro”, explica a astróloga.
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Ao fim, sintetiza o espírito de 2026 como um convite direto à autenticidade e à coragem: “Saia da zona de conforto. Mude, acredite, se estruture. Se pergunte: qual é o meu papel no mundo? Assim, caminhamos em direção à felicidade — e isso, no fim das contas, é o que realmente importa”.
Jornalista com mestrado em Comunicação Social pela Uerj e mais de 15 anos de experiência em redação e edição de reportagens. Já atuou no jornal “O Globo”, é sócia do #Colabora – Jornalismo Sustentável e repórter da edição brasileira do portal Fashion Network. Na EntreRios, é repórter com foco em comportamento e lifestyle.
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